Este trabalho utiliza a arte generativa para investigar processos de germinação onde a forma não se consolida em um organismo. As estruturas operam como um Corpo sem Órgãos, constituindo um plano de consistência onde a matéria permanece em variação.
Em vez de uma organização biológica fixa, o foco reside no instante em que forças internas produzem fluxos de intensidade. Através de membranas e volumes translúcidos, o código é tratado como tecido em estado de devir, priorizando a diferenciação molecular e a expansão da matéria sobre a estrutura final.




